As presidenciais de 2026 entram na segunda volta num tempo de inquietação. Num cenário polarizado, torna-se tentador ler gestos religiosos como sinais políticos: ver um candidato sair de uma igreja não prova, por si só, fidelidade ao Evangelho. A fé não é adereço de campanha; é caminho de vida, tecido de coerência, verdade e serviço.
Para quem quer votar com consciência cristã, o critério não é a encenação: é o fruto. O Evangelho pede humildade, misericórdia e respeito pela dignidade humana; pede pontes, não fogueiras.
Podemos ter divergências políticas com António José Seguro. Mas, neste momento, votar Seguro é escolher um Presidente comprometido com o bem comum, com a justiça e com a paz; alguém que respeita as instituições e os valores humanistas que protegem a dignidade de todos.
Por isso, os signatários deste Manifesto, católicos de diferentes sensibilidades, votamos e apelamos ao voto em António José Seguro.